Como construímos
Devagar, e por dentro da profissão.
A Rittus não tem catálogo. Tem 3 sistemas, cada um nascido de uma rotina real, e um método que explica por que não há um quarto ainda.
O caminho
Como um sistema Rittus nasce.
O problema aparece no trabalho
Nunca em uma reunião de requisitos. Alguém perde um prazo por causa de uma regra de contagem, refaz um contrato por causa de um colchete esquecido, ou desiste da planilha na terceira semana. O incômodo é o ponto de partida.
A regra da profissão é estudada até o fim
Antes de escrever a primeira linha, é preciso saber o que a lei, o conselho de classe ou a boa prática exigem. Contagem de prazo por ramo processual, triagem do pé diabético, dia de fechamento de fatura — são regras, não preferências, e o sistema precisa acertá-las sempre.
O sistema é usado antes de ser vendido
Cada sistema roda em produção, com dados reais, no trabalho de quem precisa dele — antes de existir página de vendas. É o que separa um produto de uma promessa, e é a razão de a casa crescer devagar.
As conferências rodam sozinhas
Nada chega ao cliente sem passar por verificações automáticas. Elas conferem coisas chatas e essenciais — se o valor impresso no documento é o mesmo gravado no financeiro, até o centavo — para que seja possível melhorar o sistema sem medo de quebrá-lo.
Quem atende é quem construiu
Não há primeiro nível, roteiro nem número de protocolo. Quem responde conhece o código e a profissão — e por isso a resposta costuma vir junto com a correção.
O que vale para todos
Compromissos, não adjetivos.
Cada item abaixo pode ser conferido — no contrato, na página de preço ou no dia em que você decidir sair.
Nasce do uso real
Nenhum sistema Rittus começa numa reunião de requisitos. Começa em uma mesa de trabalho, resolvendo um problema que atrapalhava alguém naquele dia. O que chega ao produto já passou pela prova do uso diário.
Os dados são de quem os produz
Você exporta tudo quando quiser, no formato que abre em qualquer lugar. Seus dados não alimentam modelo de inteligência artificial nenhum — e isso está escrito no contrato, não só na página de vendas.
Sem fidelidade e sem taxa de entrada
Não cobramos implantação, não prendemos por contrato e não escondemos o botão de cancelar. Quem fica, fica porque o sistema serve.
Atendimento de quem construiu
Do outro lado da mensagem está quem escreveu o sistema e conhece a profissão que ele atende. Não há roteiro de primeiro nível nem número de protocolo.
Preço na mesa
O valor de cada plano está publicado. Você decide se faz sentido antes de falar com alguém.
Feito para durar
Poucas dependências externas, backup diário automático e arquitetura simples o bastante para ser mantida por muito tempo. Software de gestão precisa estar no ar amanhã.
Transparência
Uma empresa de tecnologia, e só.
A Rittus é uma empresa de tecnologia. Vende licença de uso de software e não presta serviço advocatício, contábil ou de saúde — nem por meio dos seus sistemas, nem junto com eles.
Essa separação é deliberada e completa: marca, domínio, perfis, telefone e atendimento são próprios. Um sistema de gestão jurídica não é consultoria jurídica; um prontuário podológico não é conduta clínica; um controle de gastos não é recomendação de investimento. Quem decide, em qualquer um dos três casos, é o profissional — ou você.
Marca depositada no INPI sob os processos nº 944880657 e nº 944881025.
Tem um problema que o sistema genérico não resolve?
É assim que os três sistemas atuais começaram. Conte o seu caso — se não for para nós, dizemos com franqueza.